Trombose venosa: 150 novos mil casos todos os anos

Risco maior está na evolução para embolia pulmonar, doença que pode levar a morte. O alerta é do Cirurgião Vascular do Centro Médico Laguna Center, Dr. Gustavo Coffler

Dor nas pernas, inchaço, e endurecimento da musculatura da perna. Esses são apenas alguns sinais de alerta para a trombose venosa, doença com incidência de aproximadamente 150 mil novos casos no Brasil, todos os anos, a maioria entre as mulheres. O alerta é do Cirurgião Vascular do Centro Médico Laguna Center, Dr. Gustavo Coffler

Dr. Gustavo explica que a Trombose Venosa Profunda (TVP), conhecida popularmente apenas por trombose, “é a formação de um coágulo no interior das veias dos membros inferiores, porém, pode acontecer em qualquer veia do nosso corpo”, e alerta para o risco maior da doença, a evolução para embolia pulmonar. “Uma embolia pulmonar é causada pelo deslocamento do trombo para a artéria do pulmão e é proveniente de uma trombose, na maioria das vezes das veias da perna, podendo até levar a morte”, enfatiza Coffler.

O especialista relata que pacientes que sofrem de trombose podem apresentar consequências que alteram os movimentos do membro acometido e interferem até mesmo no convívio social. “A síndrome pós-trombótica é irreversível e se caracteriza pelo desenvolvimento de inchaço permanente, varizes ao longo do membro, dermatites e úlceras nas pernas. Essas alterações dificultam os movimentos do membro, e os portadores de úlceras, como ficam dependentes de curativos diários, apresentam uma vida social limitada”, esclarece Dr Gustavo.

Fatores de risco, prevenção e tratamento

Entre os fatores de risco da trombose estão: Idade, história familiar, pós cirúrgicos, trauma, gravidez e puerpério, imobilidade ou paralisia, câncer, obesidade, uso de anticoncepcionais orais, tabagismo, presença de varizes,  entre outros.  O diagnóstico é feito através do exame físico e exames complementares como o Doppler Venoso e a Flebografia. Já o tratamento depende de cada caso e pode ser cirúrgico (cateterismo ou cirurgia convencional) ou clínico, com medicamentos anticoagulantes.

Quanto a prevenção o médico diz que além de combater os fatores de risco, a melhor maneira de prevenir a doença “é a prática regular de atividade física, uso de meia elástica, evitar períodos prolongados em pé, e em posição sentada com as pernas para baixo”, alerta Dr. Gustavo.

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